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quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Dominar-se para, de fato, amar

Imagem de Destaque   Amar é construir o outro, fazendo-o feliz e ajudando-o a crescer 
O relacionamento de duas pessoas, sejam amigos, namorados ou casados, tem a sua base no amor mútuo, que une os dois e os faz crescer. Sem isso, qualquer relacionamento cai no vazio. Amar é construir o outro, fazê-lo feliz e fazê-lo crescer como pessoa. Mas, para isso acontecer, é preciso possuir-se; ser senhor de si mesmo; porque para amar alguém é preciso saber renunciar-se. E só pode renunciar-se a si mesmo quem aprendeu a se dominar.
As pessoas transformam o amor em egoísmo, porque não têm o domínio de si mesmas, por isso não conseguem amar verdadeiramente.
A grande crise do homem moderno é que ele dominou o macrocosmo das estrelas e o microcosmo das bactérias e dos átomos, mas perdeu o domínio de si mesmo; por isso não consegue amar realmente; continua muito egoísta.
Para que você possa amar de verdade, como Deus quer, é preciso que você caminhe "de pé", isto é, respeitando a primazia dos valores: em cima, o espírito; abaixo o racional e mais abaixo o físico. Assim você terá o controle e o comando dos seus atos e de sua vida. Se o seu corpo dominar o seu espírito, então você caminhará de cabeça para baixo.
Se você não se dominar diante da força dos instintos e das paixões, então, você se arrastará e não será capaz de amar.
Você também pode deixar de caminhar de pé se a sensibilidade comandar os seus atos, e não o espírito e a razão. É claro que a sensibilidade é importantíssima; ela nos diferencia dos animais, mas não pode ser a imperatriz dos nossos atos. Não podemos ser conduzidos apenas pelo "sentir".
Se for assim, você pode achar que uma pessoa está certa apenas porque lhe é simpática, ou muito amiga e não porque, de fato, ela tem razão.
A sensibilidade está comandando a sua vida quando você troca o sonho pela realidade, quando não se aceita a si mesmo como você é; entre outros. Para caminhar de pé é precioso que o seu espírito, fortalecido pelo Espírito Santo, comande a sensibilidade e o corpo.
A sensibilidade é bela, é ela que o faz chorar diante da dor e do sofrimento do outro, mas ela precisa ser controlada pelo espírito.
Um cavalo fogoso pode levá-lo muito longe se você tiver firme as suas rédeas; mas pode jogá-lo ao chão se não for dominado.
Por essa razão, para amar é preciso possuir-se e, para isso ocorrer, é preciso exercitar o amor. Jesus foi o que amou da melhor forma, porque tinha o domínio perfeito de si mesmo. Nunca o egoísmo falou mais alto do que o amor dentro d'Ele. Assim também foram os santos. Mas tem uma coisa que você precisa saber: Só por nossas próprias forças não poderemos caminhar de pé. Cristo nos avisou que "o espírito é forte, mas a carne é fraca". Portanto, você precisa da força de Deus para suportar a sua natureza enfraquecida pelo pecado original.
A pessoa que caminha de pé sabe pensar independentemente da opinião pública e da propaganda, sabe ser calma, tranquila e paciente, não se agita nem se desespera; não grita nem bate, vive com simplicidade e tem o pé no chão. Assim como, não despreza ninguém, sabe valorizar a todos, não é vaidosa e arrogante e não precisa de aplausos para ser feliz. E está sempre pronta para aprender e para ensinar, sabe aceitar a opinião dos outros quando esta é melhor que a sua, cultiva a verdade, tem mente de homem e coração de menino, conhece-se a si mesma como é e ama a Deus. Enfim, a pessoa de pé é a pessoa madura que aprendeu a se dominar para poder, de fato, amar.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

LITURGIA DIÁRIA


Evangelho (Marcos 2,23-28)

Terça-Feira, 18 de Janeiro de 2011
2ª Semana Comum - Pelos cristãos leigos - 12


A- A+


— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo † segundo Marcos.
— Glória a vós, Senhor.

23Jesus estava passando por uns campos de trigo, em dia de sábado. Seus discípulos começaram a arrancar espigas, enquanto caminhavam. 24Então os fari­seus disseram a Jesus: “Olha! Por que eles fazem em dia de sábado o que não é permitido?”
25Jesus lhes disse: “Por acaso, nunca lestes o que Davi e seus companheiros fizeram quando passaram necessidade e tiveram fome? 26Como ele entrou na casa de Deus, no tempo em que Abiatar era sumo sacerdote, comeu os pães oferecidos a Deus, e os deu também aos seus companheiros? No entanto, só aos sacerdotes é permitido comer esses pães”.
27E acrescentou: “O sábado foi feito para o homem, e não o homem para o sábado.28Portanto, o Filho do Homem é senhor também do sábado”.

- Palavra da Salvação.
- Glória a vós, Senhor.

Noticias

Logo mais a tarde postarei mais artigos para formação, aguardem!

sábado, 8 de janeiro de 2011

Você certamente ja ouviu, conhece ou conheceu os Dez mandamentos deixados por Deus, mas os dez mandamentos do casal??
Mandamentos estes que não só estão direcionados ao casal, mas a relações sociais e afetivas.
Disponível no site do Prof Felipe Aquino na integra voce encontra esses mandamentos para uma boa reflexão e ação para consigo e o próximo:

http://www.cleofas.com.br/ver_conteudo.aspx?m=doc&cat=92&scat=172&id=1801

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

JESUS NO LITORAL (JNL)

Para aqueles que estão curtindo as férias e as comemorações de final do ano no litoral brasileiro, podem se deparar com pessoas estranhas,os laranjinhas, mas quem são esses? São os Missionários de Jesus, que participam do Projeto Jesus no Litoral, levando o Querigma, todos os anos acontece esse projeto de evangelização, levando Jesus que não tem férias, até você onde quer que esteja.
Saiba mais desse belo projeto no site http://www.jesusnolitoral.com.br/

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010


Lição: Casamento


Naquela noite, enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: "Tenho algo importante para te dizer". Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.

De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando. Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.


Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: "Por quê?"
Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou "você não é homem!" Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela.
Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carro e 30% das ações da minha empresa.


Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.


No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente, pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.


Quando acordei no meio da noite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e voltei a dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possível. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem, sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.

Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.


Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. "Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio",disse Jane em tom de gozação.


Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo "O papai está carregando a mamãe no colo!" Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho "Não conte para o nosso filho sobre o divórcio" Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.


No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito, eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos, cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.


No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior com o corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.


No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.


Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro, ela disse "Todos os meus vestidos estão grandes para mim". Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.


A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso... ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração..... Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.


Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse "Pai, está na hora de você carregar a mamãe". Para ele, ver seu pai carregando sua mãe todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.


Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu a segurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas. Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras: "Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo".


Eu não consegui dirigir para o trabalho.... fui até o meu novo futuro endereço, saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia...Subi as escadas e bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela "Desculpe, Jane. Eu não quero mais me divorciar".


Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa "Você está com febre?" Eu tirei sua mão da minha testa e repeti "Desculpe, Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.


A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para o carro e fui trabalhar.


Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: "Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe".


Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta.
Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.


Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento. Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!


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Muitos fracassados na vida são pessoas que não perceberam que estavam tão perto do sucesso e preferiram desistir.. UM CASAMENTO CENTRADO EM CRISTO É UM CASAMENTO QUE DURA UMA VIDA TODA.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Ser e Parecer!

O titulo pode parecer confuso, mas vou explicar.

Me preocupa e incomoda Parecer, esclareço o significado que quero abordar neste texto, Parecer como criar uma imagem, uma atitude, parecer algo que não é. Voltando ao tema principal dessa postagem, estar em um grupo religioso, evangelizando não significa que voce se converteu, pois a conversao real acontece dia após dia e se concretiza no fim da vida, no ultimo suspiro, na chegada ao céu, mas não entraremos em detalhes, enfim, não basta estar sendo um servo(a) de DEUS na Igreja, ou dizer que faz o bem, não avalie por si, mas baseando-se na Lei de Deus, mas é necessário SER de DEUS, e isso se acontece vivenciando a cada segundo seus preceitos, ir contra tudo que fere o Pai. Ser, é bem diferente de Parecer. Não pareça, SEJA.